Mais um workshop de Fotografia de Comida em São Paulo!

Foto de Raphael Günther

Depois do sucesso dos nossos workshops de fotografia de comida e de tantos emails de todo Brasil perguntando quando acontecerá o próximo, estamos estudando a possibilidade de fazer mais um workshop neste ano no dia 17 de novembro de 2012 em São Paulo SP, uma vez que tínhamos programado que os próximos seriam somente a partir de março de 2013.

Para o workshop acontecer, precisamos de um número mínimo de interessados até o dia 15 de outubro. Caso você tenha interesse envie um e-mail com seus contatos para workshop@fotografiadecomida.com.br e no dia 17 de outubro informaremos sobre as inscrições.

Fotografar alimentos: Quanto cobrar?

Trabalho realizado para Mini Kalzone

Uma coisa que percebo pelos e-mails que recebo, é que muita gente que está começando trabalhar com fotografia de alimentos não sabe quanto cobrar por um trabalho, pois todos querem que o investimento feito com os equipamentos se pague, os custos de trabalho sejam abatidos e que haja lucro para viver.

Existem várias formas de calcular o preço do seu trabalho, uma delas é por hora de trabalho. Mas como saber quanto é sua hora de trabalho?

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Dicas para iluminação de fotografia de comida

Iluminação alternativa para flash de estúdio

O kit que uso quando fotografo com o flash TTL fora da câmera

Muitas pessoas que querem começar a fotografar comida me perguntam se é preciso adquirir todos os equipamentos de iluminação que utilizamos. Sempre digo que não, e que um difusor, rebatedor, papel branco, um pequeno espelho e um flash à pilha fora da câmera fazem uma grande diferença.

Difusor: Junto com um suporte e um tripé, um difusor colocado a 45º em frente de uma janela fornece uma luz suave e boa para fotografar alimentos;
Rebatedor: Tanto na cor prata quanto branca, é útil para suavizar sombras e aproveitar mais a iluminação disponível
Papel branco: Dobrados, cortados e colocados perto do prato, servem como mini rebatedores para valorizar pequenos detalhes/áreas
Pequeno espelho: Tem a mesma função do pedaço de papel, porém com maior poder de reflexão.
Flash TTL fora da câmera: Essencial quando a fonte de luz do local não é suficiente. É mais barato que um flash de estúdio e ainda não precisa de tomadas.

Com estes equipamentos acima você consegue melhorar bastante a iluminação das suas fotos de comida, com um bom custo/benefício.

10 motivos para contratar um fotógrafo especializado em gastronomia

fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: Tyson do Brasil
  1. Na fotografia de gastronomia, a linha que divide o “apetecível” e o “não apetecível” é bem tênua.
  2. Uma fotografia mal feita não prejudica apenas a imagem do seu produto, como também a imagem da sua empresa e a marca/nome dela.
  3. Uma imagem não transmite cheiro nem sabor, mas precisa atiçar o olfato e paladar apenas com a visão, e o fotógrafo é especialista em transmitir sensações/sentimentos por meio de imagens.
  4. Fotografia significa desenhar com a luz, sendo assim, os fotógrafos sabem explorar a luz para valorizar as cores, formas e texturas dos alimentos.
  5. Bons fotógrafos (e food stylists) estudaram assuntos relacionados a estética, forma, cores, signos, etc a teoria das cores e por causa disto sabem quais elementos visuais usar nas fotografias.
  6. Profissionais estudam e planejam cada trabalho, desta forma otimizando o tempo, custo e evitando desgastes das partes envolvidas durante e após a produção.
  7. Em termos de equipamentos, os profissionais possuem as ferramentas específicas para cada tipo de trabalho, como lentes, câmeras, luzes, etc.
  8. As fotografias precisam ser belas por si só, mas também devem ser planejadas para integrar-se nas diferentes peças gráficas em que elas serão aplicadas.
  9. Em questões tributárias, profissionais possuem CNPJ e desta forma, emitem nota fiscal dos seus trabalhos e pagam impostos.
  10. Caso o cliente saiba que necessita de fotografias, mas não sabe exatamente quais, profissionais analisam as suas necessidades e problemas e sugerem as soluções para as mesmas.

Com ou sem ambientação?


fotografia: Michel Téo Sin / foodstyling: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Algumas pessoas nos questionam na diferença em fotografar um prato em um fundo ambientado ou em um fundo liso, e isto nos motivou a escrever o que achamos sobre:

Imagem com ambientação: Além do apetite, o objetivo é do observador relembrar momentos, lugares, pessoas e desta forma associar a marca/produto com um conceito. A ambientação deve valorizar o alimento e não tirar a atenção dele, para isto usamos o recurso fotográfico de desfoque. Para ambientar a cena geralmente utilizamos louças, objetos de decoração e tecidos.

Imagem sem ambientação: Podemos dizer que é um trabalho mais técnico. O objetivo é do observador/consumidor saber em que consiste o prato/alimento. Toda a imagem fica em nitidez e por causa disto, o trabalho de foodstyling é muito mais exigido, como também é indicado para a aplicação em materiais gráficos, pois o fundo da imagem pode ser modificada.