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Dicas para iluminação de fotografia de comida

Iluminação alternativa para flash de estúdio

O kit que uso quando fotografo com o flash TTL fora da câmera

Muitas pessoas que querem começar a fotografar comida me perguntam se é preciso adquirir todos os equipamentos de iluminação que utilizamos. Sempre digo que não, e que um difusor, rebatedor, papel branco, um pequeno espelho e um flash à pilha fora da câmera fazem uma grande diferença.

Difusor: Junto com um suporte e um tripé, um difusor colocado a 45º em frente de uma janela fornece uma luz suave e boa para fotografar alimentos;
Rebatedor: Tanto na cor prata quanto branca, é útil para suavizar sombras e aproveitar mais a iluminação disponível
Papel branco: Dobrados, cortados e colocados perto do prato, servem como mini rebatedores para valorizar pequenos detalhes/áreas
Pequeno espelho: Tem a mesma função do pedaço de papel, porém com maior poder de reflexão.
Flash TTL fora da câmera: Essencial quando a fonte de luz do local não é suficiente. É mais barato que um flash de estúdio e ainda não precisa de tomadas.

Com estes equipamentos acima você consegue melhorar bastante a iluminação das suas fotos de comida, com um bom custo/benefício.

Workshop de Fotografia de Comida – Florianópolis


fotografia: Fabrício Sousa

O primeiro workshop na nossa cidade aconteceu num sábado de temperatura agradável, céu azul e com coffee break com vista para a Beiramar Norte. Mesmos com todas as características para passar um sábado ao ar livre na Ilha da Magia, tivemos a participação de 20 pessoas. Teve gente que veio de Joinville, Blumenau e até Salete.

Obrigado Floripa!


fotografia: Fabrício Sousa

Workshop de Fotografia de Comida – São Paulo


fotografia: Guimel Salgado

No sábado passado foi realizado mais um workshop, desta vez em São Paulo. Como no primeiro workshop na cidade, teve gente que veio de longe, desde do interior paulista como também de outras cidades como Rio de Janeiro, Florianópolis, Goiânia e Recife.

Tivemos o prazer de compartilhar um pouco do nosso conhecimento com uma turma animada de fotógrafos, designers, chefs, empresários, nutricionista, videomaker.

Obrigado São Paulo!


fotografias: Guimel Salgado

Workshop de fotografia de comida 2011


fotografia: Guimel Salgado

Ano passado tivemos um feedback positivo em relação ao nosso workshop e para este ano temos programado em realizá-lo nos seguintes datas e cidades:

  • 16 de abril – Curitiba
  • 14 de maio – São Paulo
  • 11 de junho – Porto Alegre
  • 9 de julho – Florianópolis
  • 1 de outubro – São Paulo

O workshop será realizado nos sábados com carga horária de 8 horas, com teoria e prática em food styling e fotografia de gastronomia. Para o workshop acontecer, será necessário o mínimo de 12 participantes.

Para se inscrever ou saber mais informações envie um e-mail para workshop@fotografiadecomida.com.br

Workshop de Fotografia de Comida – São Paulo


fotografia: Raphael Günther

O workshop que aconteceu em São Paulo foi muito especial para nós. Foi gratificante compartilhar o nosso conhecimento com os paulistas Belmiro, Sheila, Malú e com pessoas que vieram de longe como o Eduardo de Fortaleza CE, o Luiz de Belém PA, Guilherme de Santa Maria RS, e o Ricardo que veio do México e também saber que, assim como nós, as pessoas que participaram do workshop acreditam na fotografia de comida/gastronomia.

Obrigado a todos!


fotografias: Raphael Günther

Restaurante Number Seven Fusion Food


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: Number Seven Fusion Food

Desde que começamos a nossa parceria na produção de fotografias para gastronomia, o Michel e eu já trabalhamos em cidades como Fortaleza/CE, Recife/PE, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Goiânia/GO, Brasília/DF. Na semana passada foi a vez de Balneário Camboriú/SC, onde fizemos um trabalho no restaurante Number 7.

O que mais gostei deste trabalho, além do desafio de fotografar os novos pratos do cardápio, foi o reencontro com meu ex-aluno Denis Ceratti. Hoje, colega de profissão, o chef Denis comanda a cozinha do restaurante Number 7 com grande sucesso.

Foto da equipe:

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O desafio do foodstylist: trabalhando sem referência


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Imagine alguém lhe pedindo para fazer um trabalho. É sempre bom se for algo do seu ramo e você tenha competência/capacidade de executá-lo, e que mesmo que você não se sinta totalmente apto, tem sempre alguém que pode lhe ajudar.

Em nosso caso, no processo de planejamento do trabalho, pesquisamos o máximo de referências (ruins e boas) de alimentos/produtos similares para saber o que deve e não ser feito.

Mas quando há poucas referências ou simplesmente não há? Ou só apenas referências ruins? É nessa hora que precisamos explorar a criatividade, imaginação, experiência, testes, muitos testes e a confiança do seu parceiro (fotógrafo ou food stylist), pois ambos estão na mesma situação, que é de criar algo novo, que poderá ser referência para outras pessoas.


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Com ou sem ambientação?


fotografia: Michel Téo Sin / foodstyling: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Algumas pessoas nos questionam na diferença em fotografar um prato em um fundo ambientado ou em um fundo liso, e isto nos motivou a escrever o que achamos sobre:

Imagem com ambientação: Além do apetite, o objetivo é do observador relembrar momentos, lugares, pessoas e desta forma associar a marca/produto com um conceito. A ambientação deve valorizar o alimento e não tirar a atenção dele, para isto usamos o recurso fotográfico de desfoque. Para ambientar a cena geralmente utilizamos louças, objetos de decoração e tecidos.

Imagem sem ambientação: Podemos dizer que é um trabalho mais técnico. O objetivo é do observador/consumidor saber em que consiste o prato/alimento. Toda a imagem fica em nitidez e por causa disto, o trabalho de foodstyling é muito mais exigido, como também é indicado para a aplicação em materiais gráficos, pois o fundo da imagem pode ser modificada.

Trabalhando em indústria alimentícia

Ao trabalhar em indústrias alimentícias, lembre-se da seguinte checklist:

- Usar EPI (equipamento proteção individual), como capacetes e óculos
- Usar touca e máscara
- Usar calça comprida e calçado fechado
- Sempre pedir autorização para tocar/mover objetos
- Não obstruir saídas e/ou acessos ao extintores
- Manter a organização e limpeza
- Verificar a voltagem das tomadas. Nem sempre correspondem à voltagem da cidade