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Efeito contrário


Foto: Autor desconhecido. Fonte: fotosearch.com

Assim como uma boa fotografia de comida atiça o apetite e pode dar água na boca, uma má fotografia pode dar nojo e fazer com que um prato gostoso não seja nada atrativo. É o que a Lígia Fascioni postou no seu blog. Confira clicando aqui

Imagine um prato com a seguinte descrição:

“O requintado e saboroso prato intitulado por ‘Filé Beef and Chips’ serve até 02 pessoas e leva 380gr. e 5cm. de carne macia que derrete na boca, conhecida como noix ou entrecôte (em francês), contrafilé de costela (em português) ou prime rib (em inglês), promete agradar o sofisticado paladar dos frequentadores da casa.”

Agora veja a foto que ilustra a descrição clicando no link abaixo:
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Fotografar comida

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fotografia: Michel Téo Sin / food styling: Heiko Grabolle

Antes de iniciar um trabalho de fotografia de gastronomia, o fotógrafo deve conversar com o cliente e o food stylist e ter em mente pelo menos as seguintes informações para nortear o trabalho:

- A idéia/situação que a fotografia deve transmitir. Ex. refrescância, calor, salgado, doce, almoço, jantar, etc
- O produto/elemento principal e a finalidade da imagem. Ex. embalagem, editorial, publicidade, etc
- A característica mais marcante da comida. Ex. crocância, suculência, mistura de texturas, delicadeza, etc
- A(s) parte(s) do prato que merece mais destaque. Ex. recheio, cobertura, textura, etc

Estas informações ajudam o fotógrafo a definir a linguagem fotográfica da imagem, isto quer dizer, por exemplo, decidir se a luz é difusa ou direta, se toda a imagem estará em definição ou o foco será apenas em um lugar, se a composição é horizontal ou vertical, se a ambientação é simples ou cheia de ornamentos, entre outras coisas.

O trio fotógrafo-food stylist-cliente devem estar bem sintonizados para alcançar um trabalho eficaz.