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O desafio do foodstylist: trabalhando sem referência


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Imagine alguém lhe pedindo para fazer um trabalho. É sempre bom se for algo do seu ramo e você tenha competência/capacidade de executá-lo, e que mesmo que você não se sinta totalmente apto, tem sempre alguém que pode lhe ajudar.

Em nosso caso, no processo de planejamento do trabalho, pesquisamos o máximo de referências (ruins e boas) de alimentos/produtos similares para saber o que deve e não ser feito.

Mas quando há poucas referências ou simplesmente não há? Ou só apenas referências ruins? É nessa hora que precisamos explorar a criatividade, imaginação, experiência, testes, muitos testes e a confiança do seu parceiro (fotógrafo ou food stylist), pois ambos estão na mesma situação, que é de criar algo novo, que poderá ser referência para outras pessoas.


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro