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O desafio do foodstylist: trabalhando sem referência


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Imagine alguém lhe pedindo para fazer um trabalho. É sempre bom se for algo do seu ramo e você tenha competência/capacidade de executá-lo, e que mesmo que você não se sinta totalmente apto, tem sempre alguém que pode lhe ajudar.

Em nosso caso, no processo de planejamento do trabalho, pesquisamos o máximo de referências (ruins e boas) de alimentos/produtos similares para saber o que deve e não ser feito.

Mas quando há poucas referências ou simplesmente não há? Ou só apenas referências ruins? É nessa hora que precisamos explorar a criatividade, imaginação, experiência, testes, muitos testes e a confiança do seu parceiro (fotógrafo ou food stylist), pois ambos estão na mesma situação, que é de criar algo novo, que poderá ser referência para outras pessoas.


fotografia: Michel Téo Sin / food stylist: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Com ou sem ambientação?


fotografia: Michel Téo Sin / foodstyling: Heiko Grabolle / cliente: QG Jeitinho Caseiro

Algumas pessoas nos questionam na diferença em fotografar um prato em um fundo ambientado ou em um fundo liso, e isto nos motivou a escrever o que achamos sobre:

Imagem com ambientação: Além do apetite, o objetivo é do observador relembrar momentos, lugares, pessoas e desta forma associar a marca/produto com um conceito. A ambientação deve valorizar o alimento e não tirar a atenção dele, para isto usamos o recurso fotográfico de desfoque. Para ambientar a cena geralmente utilizamos louças, objetos de decoração e tecidos.

Imagem sem ambientação: Podemos dizer que é um trabalho mais técnico. O objetivo é do observador/consumidor saber em que consiste o prato/alimento. Toda a imagem fica em nitidez e por causa disto, o trabalho de foodstyling é muito mais exigido, como também é indicado para a aplicação em materiais gráficos, pois o fundo da imagem pode ser modificada.